Segunda-feira, Novembro 09, 2009

The Little Rules of Action

From: ttp://zenhabits.net/2009/11/the-little-rules-of-action/

"The shortest answer is doing.” - Lord Herbert


Too often we get stuck in inaction — the quagmire of doubt and perfectionism and distractions and planning that stops us from moving forward.

And while I’m no proponent of a whirling buzz of activity, I also believe people get lost in the distractions of the world and lose sight of what’s important, and how to actually accomplish their Something Amazing.

And so today I’d like to humbly present a few little rules of action — just some small reminders, things I’ve found useful but by no means invented, common-sense stuff that is often not common enough.

1. Don’t overthink. Too much thinking often results in getting stuck, in going in circles. Some thinking is good — it’s good to have a clear picture of where you’re going or why you’re doing this — but don’t get stuck thinking. Just do.
2. Just start. All the planning in the world will get you nowhere. You need to take that first step, no matter how small or how shaky. My rule for motivating myself to run is: Just lace up your shoes and get out the door. The rest takes care of itself.
3. Forget perfection. Perfectionism is the enemy of action. Kill it, immediately. You can’t let perfect stop you from doing. You can turn a bad draft into a good one, but you can’t turn no draft into a good draft. So get going.
4. Don’t mistake motion for action. A common mistake. A fury of activity doesn’t mean you’re doing anything. When you find yourself moving too quickly, doing too many things at once, this is a good reminder to stop. Slow down. Focus.
5. Focus on the important actions. Clear the distractions. Pick the one most important thing you must do today, and focus on that. Exclusively. When you’re done with that, repeat the process.
6. Move slowly, consciously. Be deliberate. Action doesn’t need to be done fast. In fact, that often leads to mistakes, and while perfection isn’t at all necessary, neither is making a ridiculous amount of mistakes that could be avoided with a bit of consciousness.
7. Take small steps. Biting off more than you can chew will kill the action. Maybe because of choking, I dunno. But small steps always works. Little tiny blows that will eventually break down that mountain. And each step is a victory, that will compel you to further victories.
8. Negative thinking gets you nowhere. Seriously, stop doing that. Self doubt? The urge to quit? Telling yourself that it’s OK to be distracted and that you can always get to it later? Squash those thoughts. Well, OK, you can be distracted for a little bit, but you get the idea. Positive thinking, as corny as it sounds, really works. It’s self-talk, and what we tell ourselves has a funny habit of turning into reality.
9. Meetings aren’t action. This is a common mistake in management. They hold meetings to get things done. Meetings, unfortunately, almost always get in the way of actual doing. Stop holding those meetings!
10. Talking (usually) isn’t action. Well, unless the action you need to take is a presentation or speech or something. Or you’re a television broadcaster. But usually, talking is just talking. Communication is necessary, but don’t mistake it for actual action.
11. Planning isn’t action. Sure, you need to plan. Do it, so you’re clear about what you’re doing. Just do it quickly, and get to the actual action as quickly as you can.
12. Reading about it isn’t action. You’re reading an article about action. Ironic, I know. But let this be the last one. Now get to work!
13. Sometimes, inaction is better. This might be the most ironic thing on the list, but really, if you find yourself spinning your wheels, or you find you’re doing more harm than good, rethink whether the action is even necessary. Or better yet, do this from the beginning — is it necessary? Only do the action if it is.

Talk doesn’t cook rice.” - Chinese Proverb

Domingo, Novembro 08, 2009

Inversão de oportunidades

Da FSP de hoje:
RUBENS RICUPERO

Inversão de oportunidades

Deveríamos usar a alta das commodities como semente de investimento para ampliar nossa pauta de exportações


NUNCA PENSEI que leria um documento do Pentágono que descrevesse o México como ameaça potencial à segurança dos Estados Unidos devido ao risco de se transformar em Estado falido. A avaliação, repudiada pelo governo norte-americano, pareceu-me absurda e exagerada. Contudo, o mero fato de que tal despautério fosse incluído num estudo oficial indica a que ponto mudou a situação, comparada à que conheci quando embaixador em Washington, entre 1991 e 1993.
Foi a fase da negociação e da assinatura do Nafta, o acordo de livre comércio entre os Estados Unidos, o Canadá e o México. Este era o xodó dos norte-americanos e seu embaixador, conviva da Casa Branca, quase nunca se dignava participar do grupo latino-americano. O Chile se ralava de inveja porque desejava ser o primeiro a assinar um acordo do tipo, considerado então como o bilhete de entrada para o paraíso.
Eram os tempos do fim da União Soviética, da globalização triunfante. Rezava a verdade convencional que o mundo se dividiria em três blocos comerciais, cada um dominado por um país e uma moeda, as Américas, sob a égide do dólar e de Washington, a Europa, da Alemanha e do marco, e a Ásia, do Japão (a China era uma luzinha distante) e do iene. Quem ficasse de fora, como o Brasil, estaria condenado às trevas exteriores, onde haveria choro e ranger de dentes.
Passados mais de 15 anos, quase nada da profecia se realizou. O México de fato atraiu investimentos americanos, multiplicou por três ou quatro suas exportações de manufaturas, mas cresceu pouco e mal, sem agregar muito valor. Hoje, a China e o Vietnã deslocam exportações mexicanas do mercado ianque porque conseguem preços que superam as vantagens tarifárias.
Enquanto isso, a teoria dos blocos não se tornou realidade, o Japão minguou, os Estados Unidos entraram numa de suas piores crises, mas a China, principal beneficiária da globalização, transformou com seu apetite voraz o mercado mundial de commodities. Países como o Peru e o Chile, exportadores de cobre e, em menor grau, Argentina e Brasil, de produtos agrícolas, passaram a desfrutar de demanda crescente com preços firmes.
Durou pouco a glória asteca, do ingresso na OCDE, o grupo das economias avançadas, da conquista do ansiado grau de investimento anos antes de nós. Quanto tempo durará a nossa? Será eterna a valorização das matérias-primas sustentada pela China? Ou não passará de uma janela, como foi a de que gozou o México no início do Nafta e que o país não soube aproveitar para aumentar o valor agregado de suas maquiladoras?
Se a valorização não for eterna, deveríamos fazer com que fosse infinita enquanto dure. Isto é, teríamos de utilizar as commodities como fez, 40 anos atrás, a Malásia com a borracha, o óleo de palma, o estanho, como sementes de investimento na diversificação e na sofisticação da sua pauta exportadora, sem abandonar as matérias-primas.
Mas será possível fazer isso com a moeda que mais se valoriza perante o dólar enquanto a China vincula o yuan à moeda americana, não cedendo um centímetro na disputa de mercados? E como faremos quando ainda por cima teremos o petróleo do pré-sal? A lição mexicana é que as oportunidades não duram para sempre e que é preciso convertê-las em vantagens duradouras. Sem a solução dessas contradições, o México de hoje será o retrato do Brasil de amanhã.

RUBENS RICUPERO, 72, diretor da Faculdade de Economia da Faap e do Instituto Fernand Braudel de São Paulo, foi secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e ministro da Fazenda (governo Itamar Franco). Escreve quinzenalmente, aos domingos, nesta coluna.

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Daqui a 10 anos, veremos se o Brasil fez a lição de casa ou seremos um México piorado (economia escrava do pré-tróleo e condições sociais e de IDH de um Irã).

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

O Tostines da Educação Brasileira.

As grandes e mais capitalizadas empresas no Brasil são na grande maioria de commodities e setores mais tradicionais da economia pq temos uma educação ruim e portanto só conseguimos fazer algo competitivo contanto que seja extrair coisas da terra? Ou temos uma educação ruim pq nossas maiores empresas são geralmente de commodities e setores mais tradicionais da economia, não tendo portanto demanda por profissionais melhores, já que nosso país só tira coisas da terra?

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Paródias geniais

Dove:



Paródia:



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Bud (2000):



Paródia genial 8 anos depois:

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

Crise vs Sucesso

Bad companies are destroyed by crisis.
Good companies survive them.
Great companies are improved by them.

-- Andy Grove

Eu estenderia a mesma análise para países, grupos sociais e até mesmo indivíduos.

Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Movie quote of the day

From Million Dollar Baby:

Frankie Dunn: You forgot the rule. Now, what is the rule?
Maggie Fitzgerald: Keep my left up?
Frankie Dunn: Is to protect yourself at all times. Now, what is the rule?
Maggie Fitzgerald: Protect myself at all times.
Frankie Dunn: Good. Good.

Sexta-feira, Outubro 23, 2009

Meninos, eu vi!

A Argentina será campeã na Copa da África 2010 disputando a final com a Itália, esta última terá chegado à final após eliminar o Brasil nas semi-finais.

E aguenta o Maradona depois...